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	<title>Conexão - L3</title>
	<link>http://blog.l3.com.br</link>
	<description>Produtividade, Inovação e Relacionamentos</description>
	<pubDate>Sat, 30 Jun 2007 00:07:54 +0000</pubDate>
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		<title>A empresa “Pato”</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jun 2007 00:16:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Lopes</dc:creator>
		
		<category>Relacionamentos</category>

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		<description><![CDATA[Atualmente, toda empresa no mercado precisa estar atenta e descobrir qual é seu real diferencial, o que é que faz seus clientes comprarem de você e não do seu concorrente, tanto em produtos como em serviços
Essa pergunta, por mais óbvia que seja, não é feita na maioria das vezes pelos gestores. A demanda de informações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente, toda empresa no mercado precisa estar atenta e descobrir qual é seu real diferencial, o que é que faz seus clientes comprarem de você e não do seu concorrente, tanto em produtos como em serviços</p>
<p>Essa pergunta, por mais óbvia que seja, não é feita na maioria das vezes pelos gestores. A demanda de informações afoga executivos, que estão preocupados em manufaturar e prestar os serviços sob a melhor ótica da organização e entregar no prazo para gerar novas receitas na contínua roda da fortuna.</p>
<p>O problema mora aí. Quando a pergunta é feita, o mais comum é ser feita ao contrário: Por que os clientes NÃO compram mais de mim? Temos que nos perguntar antes: Por que eles COMPRAM?</p>
<p>Então pergunto: Por que eles compram de sua empresa? Qual é o seu diferencial como profissional? Qual o diferencial de sua empresa? Demorou para responder? Teve que pensar muito? Cuidado. Esse pode ser um alerta.</p>
<p>Um alerta que mostra a carência da capitalização de um importante ativo de sua empresa, seu diferencial, os quais não podemos mencionar nem ao cliente e nem ao mercado. </p>
<p> O mercado mostra cansaço de Excelência Operacional, Comprometimento, Qualidade,  ISOs, CMMs, ITILs e todas as sopas de letras que inventamos para movimentar a água transformando tudo em processos de gestão empresarial para gerar ondas que movem milhões de um lado para o outro de tempos em tempos.</p>
<p> O diferencial tem que ser comprovado na prática, tem que esta no sangue da empresa, desde o presidente, até a faxineira, independe de caríssimos selos, siglas ou brasões internacionais.  Detectar diferenciais não é fácil,  divulgá-lo pode ser mais dificil, pois será no comportamento da sua empresa no dia-a-dia que a mensagem do seu real diferencial será transmitida ao mercado, que nada mais é que reflexo do comportamento dos seus colaboradores.</p>
<p> Por onde começar? Se sua empresa faz de tudo um pouco, veja o que você faz melhor, pergunte aos seus clientes, parceiros e amigos, como eles enxergam a sua empresa.</p>
<p>Caso as respostas forem diferentes, temos um exemplo do que chamo da empresa &#8220;Pato&#8221;. O pato é uma ave que possui diversas habilidades, é um generalista por natureza em sua locomoção, utiliza a terra, a água e o ar para se deslocar. Mas repare, nenhuma das habilidades da ave exemplificada possui excêlencia na operação. Não é um nato corredor, nem tampouco nada ou voa com maestria., faz do jeito que dá.</p>
<p> Mesmo você tendo em seu portfolio diversas soluções, serviços e ofertas, é necessário ter o seu discurso bem estruturado do seu diferencial, disseminar entre os colaboradores, funcionários, fornecedores e clientes. O que temos visto é muitas empresas dentro de uma só, com várias visões distintas do mesmo ângulo e várias carteiras de clientes.</p>
<p>Essa falta de alinhamento consome recursos, os quais poderiam ser melhor empregados, como criando novas soluções, reinventando os processos e inovando. Mas é o pato que atrapalha.</p>
<p> O mercado venta forte para alguns lados, e a maré concede para outras empresas. É claro, que precisamos estar sempre atentos às mudanças climáticas e geográficas, mas se você não sabe onde quer chegar, tanto faz a direção e provavelmente vai aonde a correnteza levar . E no final quem pagará o &#8220;pato&#8221; é você.</p>
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		<title>Experiencie</title>
		<link>http://blog.l3.com.br/2007/05/20/experiencie/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2007 00:07:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Lopes</dc:creator>
		
		<category>Sem Categoria</category>

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		<description><![CDATA[Estamos vivendo uma nova onda no mercado, que é a de experienciar, ou experience
em inglês, a qual consiste em vivenciar uma determinada situação ou circunstância.
Percebemos isso na mídia, quando comerciais abordam esse tema em todas as
áreas, desde a de cartões de crédito até a de eletroeletrônicos. Passando por escolas
que se preparam para transferir não somente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos vivendo uma nova onda no mercado, que é a de experienciar, ou experience<br />
em inglês, a qual consiste em vivenciar uma determinada situação ou circunstância.</p>
<p>Percebemos isso na mídia, quando comerciais abordam esse tema em todas as<br />
áreas, desde a de cartões de crédito até a de eletroeletrônicos. Passando por escolas<br />
que se preparam para transferir não somente o que está escrito nos livros, mas<br />
convidarem os alunos a vivenciarem situações para um aprendizado mais efetivo.</p>
<p>Convido você para refletir sobre como chegamos a esse estágio e qual a origem<br />
dessa onda:</p>
<p> Desde os primórdios da humanidade, vivíamos em um mercado de matérias-primas, onde tínhamos que caçar e colher nossos alimentos. Nesta fase da história, da Era da Matéria-Prima, comprávamos farinha, ovos, açúcar e preparávamos um bolo de aniversário em casa.</p>
<p>A evolução do ser humano especializou produtos e começou o processo de troca de mercadorias. Essa especialização possibilitou que esses produtos pudessem ser trocados por outros oriundos de diversas expertises. O mercado, com mais opções para o dia-a-dia, iniciou a Era dos Produtos, na qual se compra<br />
em caixas a mistura da farinha, os ovos e o açúcar, adiciona-se leite e se prepara o bolo de aniversário em casa.</p>
<p>O que poderia vir após essa Era? A Era dos Serviços. Podemos imaginar que, em qualquer supermercado, loja de conveniência ou padaria, você compra o produto alimentício manufaturado. Sem se preocupar se há gás ou leite em sua casa, nem tampouco em sujar travessas ou lavar louça.</p>
<p>A Era dos Serviços deu vazão para que surgisse uma nova corrente para atender a demanda. E que, principalmente, convivessem em harmonia  na denominação atual de Indústria, Comércio e Serviço. </p>
<p>O mercado, que a cada dia se torna mais exigente, fez a Era do Experience.</p>
<p>Voltamos ao exemplo do bolo: imaginamos a organização de uma festa infantil.<br />
Pensamos em todo o processo da comemoração. Não somente temos que pensar no bolo, mas também no espaço, convites, doces, na decoração da festa e nas brincadeiras infantis. E também não podemos nos esquecer dos pais, qual será o passatempo dos pais naquele período em que a criançada estará aprontando? Pois é, temos que nos preocupar em garantir diversão para todos.<br />
Assim, procuraremos um buffet infantil que reúne todas as necessidades num único pacote.</p>
<p>Mas pacote do quê? É serviço, produto ou matéria-prima? É tudo junto.<br />
É experiência.</p>
<p>Com isso em mente, convido todos vocês a refletirem sobre como é realizada a abordagem em seus clientes hoje em dia? Você vende farinha, uma caixa de bolo ou uma nova experiência?</p>
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